"Toda reforma interior e toda mudança para melhor dependem exclusivamente da aplicação do nosso próprio esforço."
Immanuel kant
Sou muito indeciso quanto ao processo de mudança (mudar para melhor), as vezes acredito que mudamos devido a fatores externos que nos forçam a mudar por vias naturais, outrora, creio que mudamos para nos testar seguindo as necessidades externas. Seguindo a minha linha de estudo atual estou mais inclinado a acreditar que as mudanças são uma auto-provação, um alimento ao ego nos testamos para ver se conseguimos mesmo fazer o que queremos. Sempre ouvimos filosofias (pobres ou influentes) que dizem que "precisamos mudar", mas quando sentimos isso?? Apenas quando necessitamos por pressões exteriores?? Ou nosso Ego nos leva sozinhos a essa necessidade? Esses são questionamentos que não levam a uma resposta padrão, pois acredito que varia muito para cada pessoa. Mas ao se questionar dessa forma podemos ter a consciência de como estamos estagnados, ou pressionados, ou até mesmo mudados em relação a nossos próprios princípios.
-Lucas-
domingo, 26 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
A necessidade de submissão como fraqueza humana
"A primeira união necessária é a de dois seres que são incapazes de existir um sem o outro: é o caso do macho e da fêmea tendo em vista a procriação; é ainda a união daquele cuja natureza é comandar com aquele cuja natureza é ser comandado, tendo em vista a sua conservação comum."
Aristoteles
Acredito que a necessidade de um comando seja natural do homem, desde muito tempo somos "guiados" por pessoas influentes e alienados para fazer as suas vontades, mas isso não é uma coisa que me cai bem quando trata-se do senso comum , como dizia Descartes "o chamado senso comum é igual a todos os homens". Por muitas vezes nos sentimos incapazes de tomar decisões sozinhos, mas muitas dessas decisões que procuramos nos orientar cabem a nós mesmos decidir, então, porque procuramos ajuda?? Nossos ideais estão condicionados a nos apoiar em "alguem mais forte" e isso nos incapacita de tomarmos muitas atitudes deixando sermos influenciados. Essa incapacidade de decisões "tangíveis" geram a necessidades de lideres, que dependendo da capacidade de liderar são pessoas que podem formar ideais de acordo com suas vontades influenciando muitas pessoas... Ao meu ver essa necessidade é altamente prejudicial para nosso desenvolvimento, pois, se nos basearmos na razão as pessoas com total livre arbítrio poderiam estar desenvolvendo coisas cotidianas com maior facilidade e o trabalho comunitário seria uma pratica comum e pró-ativa das pessoas, pois com a ausência de liderança e o uso do "bom senso" a humanidade caminharia para o desenvolvimento sustentável e de forma voluntaria.
Aristoteles
Acredito que a necessidade de um comando seja natural do homem, desde muito tempo somos "guiados" por pessoas influentes e alienados para fazer as suas vontades, mas isso não é uma coisa que me cai bem quando trata-se do senso comum , como dizia Descartes "o chamado senso comum é igual a todos os homens". Por muitas vezes nos sentimos incapazes de tomar decisões sozinhos, mas muitas dessas decisões que procuramos nos orientar cabem a nós mesmos decidir, então, porque procuramos ajuda?? Nossos ideais estão condicionados a nos apoiar em "alguem mais forte" e isso nos incapacita de tomarmos muitas atitudes deixando sermos influenciados. Essa incapacidade de decisões "tangíveis" geram a necessidades de lideres, que dependendo da capacidade de liderar são pessoas que podem formar ideais de acordo com suas vontades influenciando muitas pessoas... Ao meu ver essa necessidade é altamente prejudicial para nosso desenvolvimento, pois, se nos basearmos na razão as pessoas com total livre arbítrio poderiam estar desenvolvendo coisas cotidianas com maior facilidade e o trabalho comunitário seria uma pratica comum e pró-ativa das pessoas, pois com a ausência de liderança e o uso do "bom senso" a humanidade caminharia para o desenvolvimento sustentável e de forma voluntaria.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Mérito
"A moral, propriamente dita, não é a doutrina que nos ensina como sermos felizes, mas como devemos tornar-nos dignos da felicidade."Immanuel Kant
Eis um ponto de vista muito interessante, tentar aprender como ser feliz não é algo muito racional, mas sim emocional, de que vale a felicidade se conseguimos isso através de injustiça ?? Buscar ser digno de felicidade é procurar o melhor para si, mas de forma que todos sintam-se bem em ver a sua felicidade, pois ela foi alcançada por mérito, nem sempre a própria felicidade agrada a todos de bem, quando seus atos são impensados o seu objetivo pode "ferir" pessoas à sua proximidade, mas se é digno de felicidade agindo com atitude racional aqueles que te rodeiam procurarão ajuda-lo a alcançar seus objetivos de tal modo que o beneficio buscado poderá atingir a todos, não só a você, ser digno traz para si a melhor forma de alcançar seus objetivos, pois no final eles acabam vindo até você.
sábado, 4 de agosto de 2012
Fools Thinkers
"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro, a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz." Platão
Vivemos um cenário onde a busca pelo conhecimento não é algo interessante, onde a "zona de conforto" é imperial e o questionamento é vago. Muitos não demonstram interesse pelo conhecimento a priori e não questionam os acontecimentos apenas os aceitam mesmo que aquil
o não lhes agrade, esse conformismo submete a pessoa a uma facilidade de manipulação onde pessoas cujo egoísmo está muito presente se aproveitam. Esse desinteresse massivo pelo "conhecimento a priori" retarda a evolução humana e faz com que a geração em que vivemos não produza o conhecimento que somos capazes de produzir e afasta de nós algumas respostas que só serão encontradas através de muito questionamento. Agora fico com a pergunta, será que esse desinteresse é totalmente direto a "zona de conforto" ou está mais ligado ao medo da responsabilidade de saber??
Sociedade solitária
"O prazer dos grandes homens consiste em poder tornar os outros felizes."
Blaise Pascal
Os costumes sociais tendem fugir da moralidade, conforme a vida em sociedade vai sendo modificada a mesma caminha para o individualismo e conceitos morais passam a ser desprezados. Tornar os outros felizes não é mais algo relevante, nem mesmo entre a família "o único que deve ser feliz é você mesmo" e essa concepção nos destrói, pois somos e cada vez temos menos apoio, poucas pessoas ao nosso redor e pouca confiança. Dedicar parte da vida para outras pessoas é essencial para mudar esse rumo e começarmos a pensar como Pascal onde os Grandes Homens são aqueles que tornam os outros felizes.
Blaise Pascal
Os costumes sociais tendem fugir da moralidade, conforme a vida em sociedade vai sendo modificada a mesma caminha para o individualismo e conceitos morais passam a ser desprezados. Tornar os outros felizes não é mais algo relevante, nem mesmo entre a família "o único que deve ser feliz é você mesmo" e essa concepção nos destrói, pois somos e cada vez temos menos apoio, poucas pessoas ao nosso redor e pouca confiança. Dedicar parte da vida para outras pessoas é essencial para mudar esse rumo e começarmos a pensar como Pascal onde os Grandes Homens são aqueles que tornam os outros felizes.
A dificuldade de não reconhecer nossos erros
"O bom senso é a coisa do mundo mais bem distribuída: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que aquele que têm."
Rene Descartes
Começo a demostrar esse pensamento com a magnifica colocação de Descartes. A nossa convicção de auto-conhecimento ofusca algumas falhas que cometemos
, esse nosso "excesso de razão" (coisa que o brasileiro tem muito) faz com que deixemos passar detalhes em nossas vidas que muitas vezes são fundamentais para alcançarmos nossos objetivos. Se todos nós fossemos conscientes da nossa falta de bom-senso (coisa que nunca irá acontecer), não existiram conflitos, pois todas as atitudes seriam analisadas e questionadas e não erraríamos tanto. Porém essa nossa convicção é boa também, pois se todos fossemos conscientes disto o mundo não teria evoluído tanto, pois creio que o desconhecido não seria tão bem explorado como foi e como está sendo.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Morte e vida
"O amor é a compensação da morte."Arthur Schopenhauer
Infelizmente a única certeza que temos é de que não somos eternos, juntamente com essa certeza vem o questionamento do nosso "papel" na vida. Como diz a frase de Schopenhauer o amor compensa essa certeza, amar nos traz sentido para viver e os frutos desse amor compensam ter vivido, individualmente não representamos nada para o mundo, mas cada sonho vivido representa o mundo para nós. Já que estamos aqui só de passagem devemos ser dignos de felicidade e para isso devemos amar a tudo e a todos que passam por nossas vidas, para que no ultimo suspiro possamos refletir e dizer para nós mesmos: "Valeu a pena".
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